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Lilith: Anjo ou Demônio
Freitas C.
ARTÊRA - APPRIS
55,00
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Lilith – Anjo ou Demônio é uma travessia simbólica pelas camadas mais profundas do feminino arquetípico e da consciência humana. Longe de uma leitura moralista ou religiosa, o livro propõe um reencontro com Lilith não como personagem histórica ou ent idade espiritual, mas como arquétipo vivo, presente nos conflitos, silêncios e rupturas que atravessam a experiência humana, especialmente a feminina. Silenciada ao longo da história, Lilith foi transformada em ameaça, erro ou sombra. Nesta obra, ela reaparece como pergunta incômoda, como espelho que revela aquilo que foi negado para que a ordem fosse preservada. A narrativa percorre o barro da criação, o desejo, a ruptura, Lilith – Anjo ou Demônio é uma travessia simbólica pelas camadas mais pr ofundas do feminino arquetípico e da consciência humana. Longe de uma leitura moralista ou religiosa, o livro propõe um reencontro com Lilith não como personagem histórica ou entidade espiritual, mas como arquétipo vivo, presente nos conflitos, silên cios e rupturas que atravessam a experiência humana, especialmente a feminina. Silenciada ao longo da história, Lilith foi transformada em ameaça, erro ou sombra. Nesta obra, ela reaparece como pergunta incômoda, como espelho que revela aquilo que fo i negado para que a ordem fosse preservada. A narrativa percorre o barro da criação, o desejo, a ruptura, o exílio e o retorno, não como condenação, mas como processo de consciência. Cada capítulo funciona como um rito simbólico, convidando o leitor a atravessar não apenas a história de Lilith, mas as próprias zonas de sombra, culpa, medo e autenticidade. O livro dialoga com a psicologia profunda, o simbolismo mítico e a espiritualidade madura, reconhecendo que mitos não explicam o passado, mas organizam conflitos internos e coletivos. Lilith surge, assim, como o ponto de fricção entre estrutura e verdade interior, entre adaptação e liberdade, entre o que foi imposto e o que precisa ser integrado. Sem atacar tradições religiosas nem exaltar rebeldias vazias, Lilith – Anjo ou Demônio propõe uma leitura lúcida e sensível sobre autonomia, identidade e amadurecimento espiritual. Ao final, não oferece respostas definitivas, mas amplia o olhar. Porque integrar a sombra não elimina o conflito , transforma a consciência. E toda consciência ampliada muda a forma como se lê o mundo, o outro e a si mesmo. Lilith não termina na última página. Ela começa onde a leitura se torna escuta interior.
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