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Do Big Bang ao Universo eterno
Novello Mario
Editora Gaia - GLOBAL
72,90
Sob encomenda 5 dias
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O Universo teve, de fato, um começo? Uma das perguntas mais antigas da humanidade é o ponto de partida de Do Big Bang ao Universo eterno, novo livro do físico e cosmólogo Mario Novello. Durante décadas, o Big Bang o cupou o imaginário científico e cultural como a explicação definitiva para a origem de tudo. A partir dos estudos mais avançados, o autor apresenta as profundas transformações ocorridas na Cosmologia m oderna nas últimas décadas. Hoje, para muitos pesquisadores, o Big Bang já não representa necessariamente o instante da criação do Universo, mas apenas uma fase extrema de condensação em um cosm os muito mais antigo, dinâmico e possivelmente eterno. Criador do primeiro modelo cosmológico representando um Universo sem singularidade e eterno, Novello conduz o leitor por uma fascinante travessia entre Física, Filosofia e his tória da Ciência. Com linguagem acessível, o livro revela como surgiram os modelos modernos sobre o surgimento do universo, acompanha os embates científicos que consolidaram a hegemonia do Big Bang, no decorrer do sé culo XX, e expõe as novas hipóteses que passaram a desafiar essa visão tradicional. Conceitos complexos da Relatividade Geral de Einstein, da expansão cósmica e dos chamados “universos em ricochete” s&at ilde;o apresentados de maneira clara e envolvente. Passamos a entender como cada modelo cosmológico transforma também nossa maneira de pensar o tempo, a origem e a própria ideia de realidade. Com tom crítico e reflexivo, M ario Novello também questiona a forma como certas teorias científicas são transformadas em verdades incontestáveis, antes mesmo de serem plenamente comprovadas. Para o autor, a ciência avança justamente quando aceita suas dúvidas, reconhece os limites e permanece aberta à revisão permanente de modelos estabelecidos. Há ainda, no livro, uma dimensão poética que atravessa o pensamento cosmológico. Diante da i mensidão do tempo e do espaço, Novello propõe ao leitor abandonar a necessidade de respostas absolutas e aceitar a estranheza de um Universo eterno – um cosmos que não nasceu, mas se transforma incessantemente, como
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