Das Origens da Psicanálise: Memória e Formação de um Laço Social e Político da Clínica I Ciclo de Traduções

Heller Alberto
APPRIS

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Obra Bilíngue - Português e Alemão Aus den Ursprüngen der Psychoanalyse: Gedächtnis und Bildung eines sozialen und politischen Bandes der Klinik I Übersetzungszyklus Traduções e revisões: Übersetzungen und Überarbeitungen: Organização da obra, c uradoria e pesquisa:Organisation des Werks, Kuratierung und Forschung: Das origens da psicanálise: memória e formação de um laço social e político da clínica convida o leitor a reencontrar a psicanálise em seu momento inaugural, quando ainda se co nstituía como experiência em formação. A partir dos registros da Sociedade Psicanalítica de Viena, o livro retorna às cenas em que teoria, clínica e mundo se entrelaçavam como um pensamento em ato, aberto, experimental e implicado nas tensões históri cas e sociais de seu tempo. Este volume inaugura o primeiro ciclo de traduções desses protocolos, resultado de um trabalho de curadoria, tradução e leitura crítica voltado a restituir seu caráter vivo e laboratorial. Formulações eram colocadas à pro va, conceitos se deslocavam, divergências produziam elaboração e o sofrimento era escutado em continuidade com as condições históricas e políticas. Cada protocolo dialoga com obras da Secessão Vienense, ampliando a leitura por meio das artes visuais e evidenciando a articulação entre corpo, cidade, política e criação. A tradução acompanha um pensamento em movimento, preservando hesitações, buscas conceituais e a marca do acontecimento. Publicação bilíngue, o livro inscreve a psicanálise na rela ção entre arquivo, memória e presente. Aus den Ursprüngen der Psychoanalyse: Gedächtnis und Herausbildung eines sozialen und politischen Bandes der klinischen Praxis lädt dazu ein, die Psychoanalyse in ihrem Entstehungsmoment wiederzufinden, als e ine Erfahrung im Werden. Auf Grundlage der Protokolle der Wiener Psychoanalytischen Gesellschaft kehrt das Buch zu Szenen zurück, in denen Theorie, Klinik und Welt als offenes, experimentelles Denken miteinander verflochten waren. Der Band eröffnet den ersten Übersetzungszyklus dieser Protokolle. Die kuratorische und übersetzerische Arbeit zielt darauf, ihren lebendigen, laborhaften Charakter sichtbar zu machen: Gedankengänge wurden erprobt, Begriffe verschoben sich, und das Leiden wurde im Zu sammenhang mit historischen und politischen Bedingungen gehört. Die Protokolle stehen im Dialog mit Werken der Wiener Secession und erweitern die Lektüre im Feld zwischen Körper, Stadt, Politik und Kunst. Die Übersetzung begleitet ein Denken in Bewe