Do Papel ao Código: A Justiça no Limite da Inteligência Artificial

Ludwig Mendes
APPRIS

59,00

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10 dias


Do Papel ao Código: A Justiça no Limite da Inteligência Arti?cial lança um olhar crítico e urgente sobre o avanço da tecnologia no coração do sistema jurídico, revelando como a inteligência arti?cial, apesar de sua e?ciência computacional, ameaça cor roer a essência humana da justiça – o julgamento moral, a empatia e a sabedoria prática que de?nem o que é justo. Em uma narrativa dividida em atos dramáticos, a obra explora os perigos da delegação de decisões judiciais a algoritmos opacos, que ampl i?cam vieses inerentes aos dados e transformam o devido processo em meras probabilidades estatísticas, erodindo direitos fundamentais e abrindo caminho para uma soberania digital incontrolável. Por meio de capítulos que dissecam a “ilusão da neutrali dade algorítmica”, o dilema do valor humano versus a frieza da máquina e a colisão entre alma e código, o livro alerta para a “amputação axiológica” – a perda de valores éticos na lei – e conceitos como o “pecado original dos dados” e a “caixa preta” da IA. Mas vai além da crítica: propõe o “jurista híbrido”, um pro?ssional equipado com literacia tecnológica e profundidade humanística, capaz de regular a inovação sem renunciar à dignidade, invocando ideias eternas como a phronesis aristotélica e a epikeia para resgatar o “incalculável” da experiência humana. Destinado a advogados, juízes, estudantes de Direito, pro?ssionais de tecnologia e cidadãos preocupados com os impactos éticos da IA na sociedade, "Do Papel ao Código" se diferencia por sua linguagem acessível e metáforas impactantes, que tornam complexos dilemas jurídicos envolventes e relacionáveis. Suas vantagens são imediatas: oferece ferramentas práticas para uma regulação consciente, fomenta a re?exão sobre o futuro da justiç a e empodera o leitor a resistir à “síndrome de Estocolmo digital”, construindo um legado onde a tecnologia apoia, mas nunca suplanta, o coração humano da lei. Um convite irresistível a repensar o equilíbrio entre homem e máquina, esta obra não apena s informa, ela inspira ação para uma justiça resiliente e ética na era digital.