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Análise Econômica da Responsabilidade Civil 1ª ED - 2026: Limites e Possibilidades de Aplicação do Incremental Learned Hand Standard e do Cheapest Cost Avoider Criterion, com Ênfase na Responsabilidade Civil do Estado em Portugal e no Brasil
Battesini Eugênio
EDITORA FOCO
125,00
Sob encomenda 10 dias
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Sobre a obra Análise Econômica da Responsabilidade Civil 1ª Ed - 2026
Limites e Possibilidades de Aplicação do Incremental Learned Hand Standard e do Cheapest Cost Avoider Criterion, com Ênfase na Responsabilidade Civil do Estado em Portugal e no Brasil
A obra investiga, com rigor teórico e vocação prática, como a Análise Econômica do Direito pode aperfeiçoar a atribuição da respo nsabilidade civil do Estado em Portugal e no Brasil, a partir dos critériosIncremental Learned Hand StandardeCheapest Cost Avoider Criterion.
Ao longo do estudo, o autor parte da hipótese de que esses dois parâmetros – cons truídos na tradição delaw and economicse consolidados em sistemas decommon law– podem servir como instrumentos eficientes para aferir culpa, graduar a negligência e alocar danos de forma socialmente ótima tamb& eacute;m em sistemas decivil law.
A introdução enquadra o fenômeno contemporâneo de expansão da análise econômica da responsabilidade civil, destacando o papel da jurisprudência norte-americana e o crescimento do movimento no Brasil após a LINDB, que impõe ao julgador a consideração das consequências práticas das decisões.
A partir daí, a obra percorre sete capítulos: analisa a tra nsnacionalidade das regras operacionais de responsabilidade civil, aprofunda oIncremental Learned Hand Standardna aferição e graduação da culpa, contrapõe oCheapest Cost Avoider Criterionà responsabilidade su bjetiva e objetiva, discute seu impacto sobre o nexo de causalidade e, por fim, explora o diálogo entre ambos os instrumentos e sua aplicação na prática forense.
Exemplos concretos da jurisprudência brasileira, tais como casos envolvendo omissão estatal na sinalização ou na segurança de vias públicas e acidentes em rodovias, ilustram como Tribunais já vêm, ainda que implicitamente, utilizando raciocínios de custo/benefício e alocação eficiente de riscos para reconhecer ou afastar a negligência do Poder Público.
Resultado de pesquisa de pós-doutorado na Universidade de Lisboa e continuidade de trajetória
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