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Arbitragem - Análise Econômica e Comportamental 1ª Ed - 2026: 30 anos da Lei de Arbitragem
Silva da
EDITORA FOCO
142,00
Sob encomenda 10 dias
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Arbitragem - Análise Econômica e Comportamental 1ª Ed - 2026
30 anos da Lei de Arbitragem
Nos trinta anos de vigência da Lei de Arbitragem (Lei 9.307/1996), poucos institutos evoluíram tanto quanto a arbitragem no Bra sil: de mecanismo cercado de desconfiança doutrinária a pilar da resolução de disputas empresariais de alto valor.
Esta obra, organizada por Luciano Benetti Timm, reúne, em volume único, os principais textos sobre o tema que o autor produziu ao longo dessas três décadas, propondo uma lente ainda pouco explorada na literatura jurídica nacional: a da análise econômica e comportamental do direito.
Mais do que uma simples c oletânea, o livro revela uma linha de investigação coerente e progressiva. A Parte I – Teoria Geral reúne sete artigos que constroem os fundamentos econômicos e comportamentais da arbitragem: dos custos de trans ação de Coase e North à virada comportamental de Kahneman, Thaler e Sunstein, passando pela imparcialidade do árbitro, pelos vieses cognitivos que distorcem a escolha dos julgadores, pelo dever de revelação e pela própria noção de eficiência no procedimento arbitral. A Parte II – Aplicações Setoriais traz cinco estudos que levam esse instrumental a domínios concretos: a arbitragem expedita, a arbitrag em como ferramenta de gestão empresarial, o agronegócio (com o emblemático caso da "soja verde"), os contratos administrativos (à luz do caso AES Uruguaiana) e a estrutura de custos das câmaras arbitrais, em an&aacut e;lise do Regulamento do CAM-CCBC.
O fio que conecta os textos é uma tese central: a arbitragem gera valor porque reduz custos de transação — por meio de sigilo, especialização, celeridade e internaliza&ccedi l;ão dos custos do litígio — e produz incentivos de qualidade decisória superiores aos do processo judicial estatal subsidiado. Sustentada por dados empíricos (do CNJ à ICC Commission on Arbitration e à s Queen Mary Surveys), a obra vai além da dogmática ao reconhecer que também os árbitros estão sujeitos a vieses cognitivos, e que a superioridade da arbitragem não é absoluta: depende de uma arquitetu
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