Direito das Contrapartidas Computacionais 1ª Ed – 2026: Uma Teoria Jurídica da Reciprocidade na Ordem Computacional

Filho Trigueiro
EDITORA FOCO

166,00

Sob encomenda
10 dias


Direito das Contrapartidas Computacionais 1ª Ed – 2026 Uma Teoria Jurídica da Reciprocidade na Ordem Computacional – Quando a nuvem ganha endereço (galpões que consomem energia, água, solo e territ&oacut e;rio para computar em escala), o poder material da ordem computacional se converte em valor privado. Nasce aí a pergunta que este livro enfrenta de forma pioneira: quando esse poder vira riqueza, o que deve retornar, a quem, em que medida e c om que prova? A resposta de Machidovel Trigueiro Filho é uma teoria jurídica nova, construída sobre um nome antigo reabilitado para o século: o sinalagma computacional, ou seja, a reciprocidade estruturada entre a coletivi dade que sustenta a infraestrutura e quem dela extrai vantagem. Ao longo de vinte e oito capítulos, a obra parte da materialidade (a corrida global por data centers, os enclaves computacionais, as rendas locacionais e as externalidades) para erguer uma dogmática completa da contrapartida computacional como categoria jurídica autônoma: sua definição e natureza, seus fundamentos constitucionais, os gatilhos de exigibilidade e o nexo de imputaç&atild e;o, sintetizados no original “Teste dos Cinco Vínculos”, além de uma taxonomia que distingue contrapartidas mitigatórias, retributivas e estruturantes. Em seguida, percorre as espécies, uma a uma: fiscais e e conômicas (com análise do REDATA e da reforma tributária), energéticas, hídricas e ambientais, de conectividade, territoriais e urbanísticas (com um inédito estudo de impacto de vizinhança comput acional), tecnológicas e de capacitação, e de dados e residência computacional. Trata, então, dos instrumentos (do ato-condição ao clawback e ao enforcement), da doutrina das contrapartidas mensur&aacut e;veis (a métrica como ato jurídico), da governança do retorno, do federalismo da reciprocidade, dos limites internacionais (OMC, investimento e acordos entre governos) e da justiça computacional distributiva. O trabalho tem a rara honestidade de expor as três posições de quem o escreve: o professor da Universidade Federal do Ceará, o gestor público que viu categorias virarem norma em Caucaia, e o advogado, e culmina em um estudo de